Você tem Agilidade Emocional?

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Como você lida com todas as emoções “desagradáveis” que sente no ambiente de trabalho? Você guarda para mais tarde, quando chegar em casa? Segue em frente ignorando seus sentimentos? 

Pois saiba que ao deixar de lado essas emoções, estamos prejudicando o fluir da nossa vida. Não podemos ser pessoas realmente bem sucedidas, plenas e saudáveis,  se não tivermos uma forte agilidade emocional e pararmos de esmagar, oprimir ou ignorar  nossas emoções. 

Mas e o que é agilidade emocional? 

Segundo a Americana Susan David, autora do livro Agilidade Emocional: abra sua mente, aceite as mudanças e prospere no trabalho e na vida, é “ser flexível com seus pensamentos e sentimentos de forma que você consiga responder da melhor maneira a situações cotidianas”. 

Ter crenças fixas sobre emoções “boas e más” pode nos levar e reduzir nossa compaixão por nós mesmos e pelos outros, tornando-nos menos resilientes diante dos desafios. 

Por outro lado, com agilidade emocional conseguimos navegar por nossas emoções com curiosidade e respeito, sem nos apegarmos a julgamentos do passado.

Toda emoção pode aumentar a capacidade de uma pessoa ser mais dinâmica, flexível e apta a lidar com a complexidade, o estresse e os contratempos. 

Em uma organização, emoções fortes costumam indicar as coisas com que as pessoas se importam. Por exemplo, a oposição de alguém a um cronograma de projeto pode indicar que essa pessoa está preocupada com o comprometimento da qualidade. 

Portanto, as organizações que tratam as emoções consideradas “desagradáveis” como informações-chave, estão a caminho de uma equipe verdadeiramente ágil emocionalmente.

Neste caso, em vez de ser compelido de forma negativa por uma emoção, o colaborador toma decisões com mais clareza.

A agilidade emocional pode evitar que você seja ‘fisgado’ por um pensamento ou emoção. 

E ao vez disso, independente de estar experimentando emoções agradáveis ou não, você irá florescer! 

 

Luíza Lopes é Fundadora e Diretora do Indesp.